Medo de fogos de artifício

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Jogos de futebol são sinônimo de muita comemoração…e rojões. Ainda mais em época de Copa do Mundo. O problema é que muitos cães morrem de medo de fogos de artifício. Por isso, é fundamental se preparar para lidar com esta situação. No caso dos filhotes, é natural que se assustem. Porém, a reação do dono fará toda a diferença para o susto não virar um trauma. Evite pegá-lo no colo, pois isso passa a ideia de perigo. Ao contrário, brinque com ele e ofereça um petisco bem gostoso.

Com os cachorros que já estão traumatizados, essa atitude ajudará a não reforçar ainda mais o medo. No entanto, não resolverá o problema, pois o pânico já existe. Com eles o ideal é fazer uma dessensibilização, ou seja, torná-los insensíveis a esses barulhos.

Este processo deve começar devagar e com um estímulo bem pequeno. Pegue um estalinho – também conhecido como biribinha – enrole-o numa toalha grossa e aperte para que ele estoure dentro da toalha, com o som abafado. Então, associe este barulho a algo que o cachorro goste muito – petisco, brinquedo, carinho. A ideia é ir aumentando o  estímulo gradativamente, desenrolando a toalha até conseguir estourar a biribinha no chão e o animal não se  assustar. Além dos estalinhos, é possível encontrar em pet shops, CDs com barulhos de rojões. Este procedimento pode levar dias, semanas ou até meses! Em alguns casos não é possível extinguir o medo por completo, mas é  importante não ter pressa, respeitar o limite do cachorro e não desistir do treino.

Acostumar o cão a aceitar ficar com algodão nos ouvidos também pode ajudar. Peça a um veterinário de sua confiança para orientá-lo sobre como enrolar o algodão e qual o tamanho ideal para o ouvido de seu cachorro.

Caso o cão precise ficar sozinho durante um jogo do Brasil, por exemplo, o uso de medicamentos pode ser considerado, pois mesmo que ele esteja melhorando com o treino, um novo trauma pode reverter tudo. Mais uma vez, conte com o  veterinário para a escolha do medicamento adequado. Lembre-se: é importantíssimo que a medicação seja testada antes, numa situação tranquila, para se certificar de como o cachorro reagirá com o remédio, já que, muitas vezes, um calmante pode ter efeito contrário e super excitar o animal.

Fonte: Universo Pet

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