Dicas para bom comportamento

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A melhor maneira de recompensar um bom comportamento é elogiá-lo. Funciona até com seres humanos e é uma maneira excelente de treinar cães.

Não é só uma questão de oferecer petiscos.

QUANDO oferecer é o “X” da questão. O cão precisa associar o prêmio com determinado comportamento. E tem que ser imediatamente, senão ele não compreende que o elogio foi dirigido à determinada ação. Este é o grande problema da punição depois do ato. Temos que punir e elogiar no flagra.

Se ao chegar em casa encontrar aquela bagunça, xixi e/ou cocô no meio da sala…respire fundo, conte até 10, mas não grite nem dê 1 bronca no seu animal de estimação.

Não adianta, ele não vai associar esta bronca ao mau comportamento. Sei que ele aparenta estar culpado, abaixa as orelhas, o rabo e até se esconde.

Claro, você está brigando com ele. A reação é sempre esta. Ele vai ficar com medo, mas não vai relacionar a bronca com um evento que ocorreu há mais de 5 minutos atrás. Nem adiantará nada para impedir que este mau comportamento se repita.

Se não pegar no flagra, não adianta brigar, ignore.

Não esboce reação.

Ao treinar seu animal, lembre-se:

  • o treinamento não deve envolver gritos, agressões, choques, “penduradas na coleira” etc. Use elogios, petiscos e carinho para reforçar o comportamento desejado.
  • o oposto do elogio não é agressão, é o desprezo. Ignore-o sempre que estiver implorando por atenção, comida, brinquedos. Ele vai perceber que esta técnica de chamar atenção NÂO FUNCIONA.
  • reforce o bom comportamento imediatamente. Se ele estiver pulando para te recepcionar, nem olhe para ele, mas assim que ele parar (nem que seja para se coçar, por ex.) cumprimente-o.
  • a recompensa de petiscos deve estar sempre à mão. Corte pequenos pedaços e deixe em potes “estrategicamente localizados” para utilizá-los no momento certo.
  • o elogio verbal funciona muito bem: ao premiar com petiscos, fale num tom mais agudo que o normal palavras-chave que ele conheça (de preferência, as mesmas).

Um animal obediente (não importa quantos “truques ou comandos” ele sabe) é companheiro, podemos levá-lo conosco para programas de lazer.

O animal que late muito, puxa a coleira, destrói móveis e objetos nunca pode nos acompanhar em viagens, passeios, visitas às casas dos amigos…

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