Angorá

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Estes gatos são originários da Turquia, recebendo seu nome de acordo com o da capital do país, a cidade de Angora (ou Ankara). São conhecidos na Europa desde o início do século XVII, quando eram muito populares, principalmente, em tempos vitorianos, onde contribuíram para o desenvolvimento do Pêlo Longo, mas depois seu número declinou e mais tarde quase desapareceram, salvando-se graças a um programa de reprodução do Zoológico de Ancara.

A raça conhecida hoje na Grã-Bretanha por esse nome é uma recriação artificial, a partir de um programa de reprodução baseado em Pêlos Curtos Orientais que eram portadores do gene de Pêlos Longos.


Possuem pêlo fino e sedoso, sendo que o pêlo é mais comprido em volta do pescoço e abdômen. Apresentam cabeça comprida, pequena e triangular afinando-se ligeiramente em direção ao queixo, com orelhas grandes e pontiagudas e focinho fino. Seus olhos costumam ser grandes e amendoados e todas as cores são apresentadas sempre em conformidade com a cor da pelagem. A cor branca é a mais tradicional em gatos turcos, porém existe a associação de surdez aos gatos brancos com olhos azuis (não apenas nessa raça). Seu corpo é esbelto e flexível com o pescoço fino e patas pequenas e delicadas.


O Angorá é um gato que gosta muito de brincar, é dócil e muito fiel ao proprietário, não aceitando ser mudado de dono. É um gato aristocrático, equilibrado, ativo e brincalhão, mas também calmo. Apresenta um bom relacionamento com outros gatos e com os cães aos quais foi acostumado.

Adapta-se facilmente a ambientes novos. Por ser muito sociável e sensível ao extremo gosta muito de carinho e pode se mostrar afetuoso demais. É muito conversador e tem um miado suave. Apesar da sua beleza é uma raça pouco difundida, tendo inclusive contribuído para o nascimento do Persa, ao qual transmitiu o gene responsável para o Pêlo Longo.


O tamanho é médio e o peso gira em torno de 2,5 a 5 quilos.

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